quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Cuidados ao realizar o Sa’gbeje 


A palavra Sagbeje, pode ser traduzida da seguinte forma: Sa (passear), Agbe (esmola), Je (obter/acumular), ou seja, passear para acumular esmola e é um importante ritual
relacionado ao culto ao Òrìṣà Ọbaluwaye 
É comum ao longo do mês de agosto, principalmente, em Salvador e nas cidades do recôncavo baiano, depararmo-nos nas ruas, com membros das Comunidades de Terreiro, com tabuleiros/balaios de Gúgúrú (“pipocas”), pedindo esmola para Ọbaluwaye. 
Primeiramente, não podemos esquecer que Ọbaluwaye é um Òrìṣà muito perigoso e, que, todo respeito com esse senhor é pouco, logo, é uma grande ofensa a Ọbaluwaye, que durante essa obrigação, a pessoa que está na rua “pedindo esmolas”, fique conversando, dando gargalhadas, etc.
As pessoas que vão às ruas fazer o Sa’gbeje, devem estar de roupas de ração, sem joias e/ou brilhos. Lembrando que Ọbaluwaye é o santo da terra, da palha, etc.
Perfume: O Sa’gbeje é um ritual sagrado, quem o fizer deve estar purificado por meio do Omi Ẹrọ ou Agbo. Não se faz Sa’gbeje com perfume.
Gúgúrú: As “Pipocas” de Ọbaluwaye são sagradas, preparadas por pessoas iniciadas, torradas na areia. Podemos afirmar que é uma blasfêmia ir às ruas, com pipocas “estouradas” no óleo de cozinha ou no micro-ondas.
As pessoas que saem às ruas para o Sa’gbeje, o fazem pela manhã. Ọbaluwaye é uma Divindade que admira o sol, não podendo sair às ruas com essa obrigação durante à noite!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

AQUÁRIO

Os nativos de aquário coordenam imparcialmente todas as pessoas e todos os conceitos. Diz-se que têm uma essência vital espiritual  e têm como objetivo evoluir no sentido da essência vital generosa do segmento de Leão. 
Se caracterizam pela procura de SEGURANÇA SOCIAL e INTELECTUAL. 
Qualidades de concentração, constância, equilíbrio, intuição, inspiração, fidelidade, inteligência e originalidade. 



segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

FATOS DO CANDOMBLÉ

Altair Bento de Oliveira

Altair Bento de Oliveira, T'Ògún, Babalorixá do Candomblé, iniciado em 3 de outubro de 1966 pelo Babalorixá Carlos Gonzaga (Carlos de Obalúwàiyé), em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, teve sua saída de Orúko em 22 de outubro de 1966 na nação Kétu.
Além de Babalorixá, foi pesquisador e estudioso da cultura Afro-brasileira, Cultura Negra Yorùbá, de suas linguagens e costumes

Referencias:

     Blogger:"SACERDOTES AFRO-BRASILEIROS E SEUS DESCENDENTES"